domingo, 1 de maio de 2011

Temporada 2011 dos agroglifos começou de repente e já são vários círculos

  Um dos fenômenos sem explicações demonstráveis que mais atrai nossa atenção é, sem dúvida, o dos círculos nos campos de trigo, chamados de círculos ingleses, agrogramas ou crop circles [cultura dos círculos], que ocorrem na Inglaterra principalmente, mas surgem nos mais variados países. Esses surpreendentes e magníficos desenhos foram mundialmente percebidos nos anos 80, despertando a curiosidade de muita gente, inclusive do governo britânico. É sabido que aproximadamente de 80 a 85% deles são feitos por hábeis mãos humanas, através de um grupo especializado denominado circlemakers[fabricantes de círculos] e outros, que utilizam-se deste peculiar hobby. 

  No Brasil foram batizados como agroglifos. Entre as teorias e suposições propostas nestas décadas para a explicação do fenômeno, temos: desordem química no solo devido à abundância de fertilizantes, no subsolo devido ao calor ou modificações químicas abaixo da superfície, a ação de um fungo caprichoso chamado micélioanular, micro-explosões, fatores meteorológicos que incluem ventos e tornados - dentre eles osrelâmpagos globulares - e uma possível atividade secreta militar mediante satélites ou energias de testes, disparadas desde o espaço.

  No entanto, restam as sobras, ou seja, no mínimo 10% dos agroglifos não possuem resolução, conclusão ou provas de suas origens. A hipótese extraterrestre obviamente se inclui entre as possibilidades e provavelmente é a que mais gostaríamos de pensar que seja a adequada. No entanto, as tentativas de elucidação e comprovação mostram-se longe de respostas e, a cada nova peça encaixada, outras perguntas surgem, assim como em todos os campos do conhecimento.

  Temporada 2011

  Todo ano a história se repete no verão europeu, independente da vontade das pessoas, grupos de estudo ou falsificadores, há pelo menos 30 anos. No último dia 22 de abril, apareceu o primeiro registro em Chepstow, Gwent, na Inglaterra, cujas imagens estão disponíveis clicando aqui e algumas fotos animadas logo abaixo:
  
  No dia 24 foi a vez da Holanda, com agroglifos surgidos na cidade de Bosschenhoofd. Duas fotos foram disponibilizadas, clique aqui e aqui. Em seguida, retornamos para Inglaterra, com crops aparecendo na terça-feira (27) em White Horse, Nr Alton Barnes, Wiltshire. Para acessar as imagens, basta clicar aqui. Há igualmente um vídeo sobre as fotos:
  
  Coincidentemente, novamente surgiram na Holanda, desta vez na noite de 28 para 29 de abril em Hoeven, assista as tomadas:
  
  Na mesma data (29), outra ocorrência na Inglaterra, agora em Silbury Hill, Nr Avebury, Wiltshire. Observe as imagens,clique aqui. Vamos aguardar o que nos reserva 2011 neste assunto.

  Fonte: Portal Ufo

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquadrilha de OVNIs sobrevoam a Ucrânia

  Esta filmagem foi feita há uma semana e mostra uma esquadrilha de objetos sobrevoando a cidade portuária de Odessa, na Ucrânia.
Aparentemente, não há vento suficiente para mover balões à velocidade que os objetos se deslocam no vídeo.  Isto não significa que não possam ter sido balões, pois é possível que o vento não estivesse forte próximo ao solo, ou ainda que as árvores estivessem sendo bloqueadas do vento por algum prédio.


  Esse outro vídeo foi feito em 07 de Abril de 2011 no Rio de Janeiro, Brasil

  O Grupo CEUSC está investigando alguns casos da região onde atua, principalmente na cidade de Rio Fortuna, sul de Santa Catarina, onde já foram avistados objetos estranhos nos céus, abrangemdo mais ou menos 40% das propriedades no interior, além dos avistamentos, fotografias de objetos voadores não identificados também foram tiradas. Rio Fortuna fica próxima a BR 101 e faz parte da Amurel - Associação dos municípios da região de Laguna.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Órbita de Mercúrio em fotos inéditas


  A Messenger, nave da Agência Espacial Americana [NASA], fotografou a superfície de Mercúrio. É a primeira vez na história que isso acontece. A nave está girando em torno do planeta desde o dia 17 de março e capturou ontem às 5h20 EDT sua primeira imagem.

  Além delas, outras 363 fotos foram tiradas, mas que estão sendo analisadas pela equipe da Nasa. O principal objetivo é fazer fotos da superfície ainda desconhecida de Mercúrio. Cerca de 50% do planeta nunca foi fotografada, nem mesmo aqui da Terra.

  O interesse dos cientistas é na possibilidade de encontrar água. Apesar de extremamente quente, Mercúrio possui um eixo de rotação que permite que o interior de crateras próximas aos pólos permaneça sempre sombreado. Nessas regiões a temperatura chega a -212º C. Fotos feitas da Terra sugerem nessa região existe gelo.

  A água é um dos grandes pré-requisitos para a existência de vida tal como a conhecemos. As fotos enviadas pela Messenger podem ajudar a conhecer mais sobre o presente ou o passado de Mercúrio.




Fonte: Revista UFO

quinta-feira, 10 de março de 2011

As Pirâmides de 11 mil anos submersas no Japão


Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental.



Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.

Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô. Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante.


Uma estrutura que se pensa ser a construção mais velha do mundo, com quase duas vezes a idade das grandes pirâmides do Egito, foi recentemente descoberta. A formação retangular de pedras abaixo do mar na costa do Japão poderia ser a primeira evidência de uma desconhecida civilização anterior a Idade da Pedra, dizem os arqueólogos. O monumento tem 600 pés de largura e 90 pés de altura e foi datado com pelo menos 8.000 a .C.

Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da "mão humana", como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história.

A Okinawan Rosseta stone, com símbolos que foram encontrados gravados nas pedras das ruínas submersas. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa.

No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa - Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas megalíticas. O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, um mergulhador descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha.


Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias. Muitos estudiosos recusaram aceitar que as ruínas sejam de construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a "agentes naturais". Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China.

Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico.

Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurats da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, incluse entalhes. Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausivel.


O Enigma da Face
Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta , Golfo do México.


Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar então o mais certo é que seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.